<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8105235206663731662</id><updated>2011-08-02T07:15:11.894-07:00</updated><title type='text'>Aberração Jurídica</title><subtitle type='html'>O art. 30/3 Código Penal, in fine, é inconstitucional</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gabriel Órfão Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002001099127755869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/S_wep8jzzWI/AAAAAAAAASo/k44f4gXaiXc/S220/PICT0107.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8105235206663731662.post-8988242260361984996</id><published>2010-11-04T16:08:00.000-07:00</published><updated>2010-11-04T17:25:22.700-07:00</updated><title type='text'>Teu, teu, sim, teu, é aquilo por que ansiaste</title><content type='html'>Enquanto houver um só homem digno na Assembleia da República, qualquer um terá razões para ouvir Mahler ao ler o DR (&lt;a href="http://dre.pt/pdfgratis/2010/09/17200.pdf"&gt;http://dre.pt/pdfgratis/2010/09/17200.pdf&lt;/a&gt; , p. 3919, 2ª coluna, no fim).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Este post devia ter sido colocado aqui há 2 meses! As minhas desculpas.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="640" height="505"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Je5YXK0Pnuw?fs=1&amp;amp;hl=pt_PT"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Je5YXK0Pnuw?fs=1&amp;amp;hl=pt_PT" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="640" height="505"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/V33JKXnYHtg?fs=1&amp;amp;hl=pt_PT"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/V33JKXnYHtg?fs=1&amp;amp;hl=pt_PT" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8105235206663731662-8988242260361984996?l=aberracaojuridica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/feeds/8988242260361984996/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8105235206663731662&amp;postID=8988242260361984996' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/8988242260361984996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/8988242260361984996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/2010/11/teu-teu-sim-teu-e-aquilo-por-que.html' title='Teu, teu, sim, teu, é aquilo por que ansiaste'/><author><name>Gabriel Órfão Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002001099127755869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/S_wep8jzzWI/AAAAAAAAASo/k44f4gXaiXc/S220/PICT0107.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8105235206663731662.post-934979355514610480</id><published>2008-05-27T04:30:00.000-07:00</published><updated>2008-05-27T05:52:39.000-07:00</updated><title type='text'>Partido Socialista aprovou em peso e contra toda a oposição o "crime continuado para a mesma vítima"</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O Diário da Assembleia da República revela:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv6uUb61xI/AAAAAAAAAKo/uepgIKLodJs/s1600-h/Crime+continuado+e+PS.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205029468023478034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv6uUb61xI/AAAAAAAAAKo/uepgIKLodJs/s400/Crime+continuado+e+PS.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As imagens &lt;em&gt;infra&lt;/em&gt; são digitalizações do Diário da Assembleia da República.&lt;br /&gt;Aí se pode verificar o percurso da aprovação da parte final do art. 30/3 CP, que, actualmente e de forma &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;INCONSTITUCIONAL&lt;/span&gt; permitiria (se não fosse inconstitucional, lá está...) que vários crimes - como por exemplo, e frequentemente, os crimes de natureza sexual, como a violação ou o abuso sexual - contra a mesma vítima fossem considerados um só crime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cada um que tire as suas próprias conclusões. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Quem quiser pode agora ficar a saber, pelo nome, quem são os deputados que, sentados nas cadeiras da Assembleia da República, tentaram fazer passar uma norma (e digo tentaram porque, de facto, não conseguiram: a norma é INCONSTITUCIONAL) que permitiria a um violador ou a um abusador responder apenas por um só "crime continuado", ainda que pudesse ter violado ou abusado da mesma vítima 2, 10, ou 50 vezes.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;É necessário saber quem são estas pessoas&lt;/span&gt; e o que pretendem elas: qual a sua concepção do Direito, da Autodeterminação Sexual, da Vida, enfim, como distinguem o Bem do Mal, e como respondem perante o Mal.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Hoje em dia muito se fala em crise de valores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pois vejam donde vem a crise de valores. Não tenho dúvida de que muitos se rirão de se falar aqui em Bem e Mal. A deformação da personalidade de muitos levará concerteza a que já só consigam rir-se destas questões. Vendidos e vendidas ao poder, abnegaram da faculdade de pensar estas e outras questões em prol de um estilo de vida que não é compatível com a possibilidade de atribuir valores aos comportamentos. O Bem e o Mal de que falo não são o Bem e o Mal de qualquer religião ou ideologia política. Refiro-me a estes conceitos como o faria um antropólogo: trata-se do Bem e do Mal no seu sentido mais primário, na sua correspondência com os pares agressão/protecção, amparo/desamparo, sofrimento/consolação, desespero/ esperança, etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando os Srs. e Sras. deputados dizem que vários crimes contra a mesma vítima podem ser tratados como um só crime continuado, o que estão a dizer à vítima?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que lhe estão a dizer é que, uma vez agredida, as agressões posteriores não valem tanto como a primeira agressão, já que, se a primeira agressão dá origem a um crime, com uma determinada moldura penal (por ex, 3 a 10 anos de prisão), já as agressões posteriores serão apenas marginais (no sentido económico), acrescentando tão-só mais um pouco de censura à primeira agressão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por que razão, uma vez consumada a primeira agressão, as restantes podem ser feitas "a preço de saldo", como no "pague 2 leve 3", é questão que não se compreende, nem pode ser compreendida. Como costumo dizer, "o que é irracional não tem explicação: é por isso que é irracional".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como é que todos os deputados de um partido político entram nesta encenação de Holocausto, isto é outra questão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como foi possível que estes deputados tivessem seguido uma disciplina de voto como se estivesse a ser discutida na Assembleia da República a cor do papel que embrulha o brinde do Bolo-Rei?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aí ainda se compreenderia que os deputados seguissem uma cega disciplina de voto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas numa questão desta importância Ética?...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tanto pior para os seus epitáfios...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu, se fosse amigo de um destes deputados, deixava de o ser. Se as minhas crianças brincassem em casa deles, não o voltaria a permitir. Se fosse colega de trabalho deles, nem os bons-dias passaria a dar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pessoas que, na Assembleia da República, não se importam com a prática reiterada de crimes contra bens pessoais em relação à mesma vítima são pessoas sem o mínimo de compaixão.&lt;/p&gt;Note-se que estes deputados fazem o seguinte raciocício: se o criminoso X violar as pessoas A, B e C, responde por 3 crimes, em cúmulo. Mas se violar 3 vezes a vítima D, responde apenas por um crime continuado. É isto, sem qualquer dúvida, o que nos estão a dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já sabemos que isto, graças aos nossos brilhantes constitucionalistas, é INCONSTITUCIONAL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É-o porque uma tal solução ofende a dignidade do Homem, e viola simulataneamente o princípio da igualdade (respectivamente, arts. 1º e 13º da nossa Constituição). (A ofensa ao princípio da igualdade está no ex. acima dado: ainda que os crimes sejam os mesmo, a pena será diferente se se tratar da mesma vítima ou de vítimas diferentes. Ora isto é uma clara violação da igualdade, pois os crimes são os mesmos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, recuando, por que entenderam alguns dos nossos deputados que o criminoso que agride a mesma vítima deve ser mais benevolamente tratado do que o que agride vítimas diferentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto é de uma desumanidade absolutamente horrorosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu condeno estes Srs. deputados à morte social, enquanto não se arrependerem deste crime inominável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim estes deputados morreram, como morrem os carrascos de todas as vítimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carrascos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv37kb61wI/AAAAAAAAAKg/rpW0eHNA0o0/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205026397121861378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv37kb61wI/AAAAAAAAAKg/rpW0eHNA0o0/s400/1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv3rUb61vI/AAAAAAAAAKY/xCDO7N_jlak/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205026117948987122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv3rUb61vI/AAAAAAAAAKY/xCDO7N_jlak/s400/2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv3a0b61uI/AAAAAAAAAKQ/ult969iZT2M/s1600-h/3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205025834481145570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv3a0b61uI/AAAAAAAAAKQ/ult969iZT2M/s400/3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv3EEb61tI/AAAAAAAAAKI/8-2VimCecaw/s1600-h/4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205025443639121618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv3EEb61tI/AAAAAAAAAKI/8-2VimCecaw/s400/4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv22Ub61sI/AAAAAAAAAKA/GLRXF9_pP3U/s1600-h/5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205025207415920322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv22Ub61sI/AAAAAAAAAKA/GLRXF9_pP3U/s400/5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205024988372588210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv2pkb61rI/AAAAAAAAAJ4/ksveP3SeOUw/s400/6.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv2LUb61qI/AAAAAAAAAJw/KYdXdsGSYKI/s1600-h/7.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205024468681545378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv2LUb61qI/AAAAAAAAAJw/KYdXdsGSYKI/s400/7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv160b61pI/AAAAAAAAAJo/7_xFLG5O4Xo/s1600-h/8.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205024185213703826" style="DISPLAY: block; 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MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv0Qkb61jI/AAAAAAAAAI4/8FMkKEMiQok/s400/14.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvz6kb61iI/AAAAAAAAAIw/b8tB8Kc04ks/s1600-h/15.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205021981895480866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvz6kb61iI/AAAAAAAAAIw/b8tB8Kc04ks/s400/15.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvzmEb61hI/AAAAAAAAAIo/n2MH8m_NbKI/s1600-h/16.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205021629708162578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvzmEb61hI/AAAAAAAAAIo/n2MH8m_NbKI/s400/16.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvzH0b61gI/AAAAAAAAAIg/OoPBoauviUw/s1600-h/17.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205021110017119746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvzH0b61gI/AAAAAAAAAIg/OoPBoauviUw/s400/17.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvyskb61fI/AAAAAAAAAIY/Vxx0JaV6tLw/s1600-h/18.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205020641865684466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvyskb61fI/AAAAAAAAAIY/Vxx0JaV6tLw/s400/18.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvyZkb61eI/AAAAAAAAAIQ/dxXYdv3TMUA/s1600-h/19.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205020315448169954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvyZkb61eI/AAAAAAAAAIQ/dxXYdv3TMUA/s400/19.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvxckb61dI/AAAAAAAAAII/V1YXJEvOauc/s1600-h/20.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205019267476149714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDvxckb61dI/AAAAAAAAAII/V1YXJEvOauc/s400/20.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8105235206663731662-934979355514610480?l=aberracaojuridica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/feeds/934979355514610480/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8105235206663731662&amp;postID=934979355514610480' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/934979355514610480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/934979355514610480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/2008/05/partido-socialista-aprovou-em-peso-e.html' title='Partido Socialista aprovou em peso e contra toda a oposição o &quot;crime continuado para a mesma vítima&quot;'/><author><name>Gabriel Órfão Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002001099127755869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/S_wep8jzzWI/AAAAAAAAASo/k44f4gXaiXc/S220/PICT0107.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/SDv6uUb61xI/AAAAAAAAAKo/uepgIKLodJs/s72-c/Crime+continuado+e+PS.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8105235206663731662.post-9114849049285646283</id><published>2008-01-24T12:28:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T06:20:46.532-08:00</updated><title type='text'>O Direito Penal não se tornará uma coutada do criminoso!</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;O "crime continuado" na jurisprudência do STJ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns excertos de acórdãos do nosso Supremo Tribunal de Justiça (ao acaso, sem outras pretensões que não sejam as de informar, chamar a atenção dos leitores deste blogue, fazer reflectir, estimular o esforço moral, jurídico, e ético) sobre o crime continuado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Ac. 29-03-2007 STJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/633f42d6c2265faa802572ae0056fbd4?OpenDocument"&gt;http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/633f42d6c2265faa802572ae0056fbd4?OpenDocument&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;(transcrevemos o sumário:)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;«I - O recorrente não veio questionar o enquadramento jurídico dos factos, que o tribunal recorrido integrou num crime de abuso sexual de crianças, na forma continuada, p.p. pelos artigos 30.º e 172º, n.º 2 do Código Penal. Mas, mais correcto teria sido considerar os vários actos criminosos apurados como constituindo um único crime de trato sucessivo e não como um crime continuado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;II - &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;No crime continuado há uma diminuição de culpa à medida que se reitera a conduta, mas não se vê que tal diminuição exista no caso do abuso sexual de criança por actos que se sucedem no tempo, em que, pelo contrário, a gravidade da culpa parece aumentar à medida que os actos se repetem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;III - Não podendo este Supremo corrigir “in pejus” a qualificação jurídica do colectivo relativo à existência de um crime continuado, pois o recurso é do arguido e em seu benefício, deve ficar, no entanto, o reparo.»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário:&lt;br /&gt;Não podendo às vezes o STJ, por questões processuais, imiscuir-se na questão da qualificação jurídica, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;rogo ao Ministério Público para que não se conforme com a qualificação de "crime continuado" em relação a crimes que tenham ofendido bens pessoais, mesmo no quadro do actual 30/3 Código Penal: uma tal norma será sempre inconstitucional&lt;/span&gt;, por uma dupla violação - da dignidade da pessoa, e da igualdade (10 abusos não podem ser iguais a um abuso, acrescido apenas de nove "aumentos marginais" dentro da moldura penal prevista para um único crime! O crime continuado seria assim na prática um "prémio" ao criminoso por cada crime que for adicionando ao primeiro. Dito em bom português: "os crimes por grosso saem mais barato". Isto não pode ser!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Ac. 24-10-2007 STJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/44b7c2feb6d773748025738d0044499c?OpenDocument"&gt;http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/44b7c2feb6d773748025738d0044499c?OpenDocument&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(transcrevemos apenas um excerto do sumário)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;«VI - No caso vertente é notório que ao crime de tráfico de estupefacientes de menor gravidade objecto do processo subjazem exclusivamente razões endógenas ao arguido, sendo que&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;a situação ou quadro em que se verificou o facto criminoso pelo qual foi condenado no processo n.º…, do 1.º Juízo Criminal de Oeiras, bem como o próprio facto, não constituem motivo de diminuição da sua culpa, antes de agravação &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;desta.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Aliás, foi por efeito daquela e de outras condenações que o arguido foi considerado reincidente [«Não obstante as anteriores condenações, veio a verificar-se que elas não foram advertência suficiente para demover o arguido da prática de novos crimes, o que bem demonstra uma clara indiferença ao aviso de que lhe deveriam ter servido as anteriores condenações»].»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário:&lt;br /&gt;Com o crime de tráfico de estupefacientes por fundo, eis um acórdão do STJ que se pronuncia, saudavelmente, contra a qualificação de "crime continuado". E isto num crime de perigo, como é o do tráfico de estupefacientes!... Por aqui se vê como aplicá-lo aos crimes de resultado será um verdadeiro holocausto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Ac. STJ 10-10-2007&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/a49d5d0e514fa5258025738c004b8c67?OpenDocument"&gt;http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/a49d5d0e514fa5258025738c004b8c67?OpenDocument&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(transcrevemos um excerto do sumário:)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;«III - Os problemas dogmáticos relativos ao concurso de crimes (unidade e pluralidade de infracções), dos mais complexos na teoria geral do direito penal, têm no art. 30.º do CP a indicação de um&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;princípio geral de solução: o número de crimes determina-se pelo número de tipos de crime efectivamente cometidos, ou pelo número de vezes que o mesmo tipo de crime for preenchido pela conduta do agente.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário:&lt;br /&gt;Aleluia! Pode ser que os alunos de Direito Penal passem por aqui e leiam esta passagem, onde se ensina aquilo que é o &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;VALOR-REGRA&lt;/span&gt;: o número de tipos de crime efectivamente cometidos, ou o número de vezes que o mesmo tipo de crime for preenchido pela conduta do agente. Já o "crime continuado" se apresenta como o &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;valor-excepção&lt;/span&gt;, e por isso só aplicável dentro de condicionalismos muito próprios, aliás expressamente ditados no art. 30 Código Penal. Acresce ainda outro condicionalismo, que não está no Código Penal mas na Constituição: &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;a dignidade dos bens pessoais não permite que o "crime continuado" seja aplicado a crimes que ofendam esses bens. &lt;span style="color:#000000;"&gt;(Qualquer dia teríamos o "crime continuado" aplicado a sucessivas tentativas de homicídio contra a mesma pessoa, não? Olhem, digam isto às "máfias da Ribeira"...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Ac. 05-09-2007 STJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/0968db54922eafb08025737d002c71e5?OpenDocument"&gt;http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/0968db54922eafb08025737d002c71e5?OpenDocument&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(trascrevemos um excerto do sumário:)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;«XI - Pressuposto da continuação criminosa será, verdadeiramente, a existência de uma relação que, de maneira considerável, facilitou a repetição da actividade criminosa, tornando cada vez menos exigível ao agente que se comporte de maneira diferente, isto é de acordo com o direito.&lt;br /&gt;XII - Contudo,&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;a integração no referido conceito de crime continuado será sempre inaceitável relativamente a disposições que visem proteger bens jurídicos eminentemente &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;pessoais.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Aí, e qualquer que seja a concepção de que se parta, não pode deixar de reconhecer-se que corresponde um valor autónomo a cada pessoa a quem a lei quer estender a sua protecção. Radicando-se tais bens na própria personalidade eles não podem nunca ser tomados abstractamente (cf. Eduardo Correia, A teoria do Concurso, págs. 255 e ss.).»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário:&lt;br /&gt;Mais um acórdão do STJ que firmemente repugna a aplicação do conceito de crime continuado aos crimes contra bens pessoais. Os autores materiais do desgraçado e inconstitucional art. 30/3 Código Penal podem vir aqui matar a ignorância sempre que quiserem. E podem vir aqui também assumir a responsabilidade pelo art. 30/3 &lt;em&gt;in fine&lt;/em&gt;, ou a vergonha começa a não deixar os senhores sair de casa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Ac. 05-07-2007 STJ&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/b90c07e5134e621980257325002e80df?OpenDocument"&gt;http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/b90c07e5134e621980257325002e80df?OpenDocument&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(transcrevemos uma passagem que cita a Relação, a qual cita por sua vez a magistrada do MP, em abono da tese a final acolhida pelo STJ:)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;«De todo o modo, relembra-se que a decisão recorrida se pronunciou nos seguintes termos:&lt;br /&gt;«E o enquadramento jurídico-criminal dos factos por ele praticado – e evidenciado nos autos –, mostra-se correcto, preenchidos como se encontram os respectivos pressupostos objectivos e subjectivos.&lt;br /&gt;Como bem refere a magistrada do Ministério Público junto do tribunal &lt;em&gt;a quo&lt;/em&gt;, para poder considerar verificado o crime continuado, necessária se tornava a referência, nos factos tidos como apurados no Acórdão recorrido, a que o arguido actuou, de todas as vezes que o fez, pressionado por circunstâncias exteriores que reduziram substancialmente a sua culpa; nenhuma referência neste sentido consta dos aludidos factos provados porquanto, tal situação não se verificou, bem pelo contrário, resulta de tais factos que, para além de se ter mantido a situação exterior que envolveu o arguido das 11 vezes que este actuou, era o próprio quem criava as condições que lhe possibilitavam concretizar os seus propósitos, nomeadamente criando jogos num quarto, normalmente o da CC, fechando a porta e os estores e apagando as luzes, deixando o local em total escuridão e levando-as para o seu quarto, também às escuras, onde praticava os factos relatados na matéria de facto dada como provada no Acórdão; de cada vez que agia, o arguido renovava os seus propósitos libidinosos. Por outro lado, não se extrai da matéria dada como provada que a reiteração criminosa tenha sido fruto de um facilitado circunstancialismo exterior (exógeno) do que de razões endógenas relacionadas com a personalidade do arguido.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Assim, correcta se torna a conclusão do acórdão de que o arguido cometeu 11 crimes de abuso sexual de criança e não 2 crimes de abuso sexual de criança, sob a forma de crime continuado conforme alegado pelo recorrente.&lt;/span&gt;»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário final:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a questão já vem do tribunal de 1ª instância cunhado como "crime continuado" e ninguém, nem Ministério Público nem eventuais assistentes se "queixaram", pouco há a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, sempre poderia o STJ - como felizmente aconteceu já algumas vezes - num papel pedagógico que julgo um Supremo Tribunal deve assumir, fazer doutrina sobre o "crime continuado", mesmo quando a questão não lhe é solicitada. Um tal comportamento seria sempre um precioso favor ao Povo português, em nome do quem o STJ excerce o poder jurisdicional. Para os que discordarem de "pedagogias" deste tipo (há-os por aí discordantes de tudo o que encaminhe no sentido do que é Bom e Justo...), resta invocar a necessidade de se fazer Ciência Jurídica, para o que é fundamental nunca desperdiçar toda a oportunidade que se oferece a este desiderato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estivéssemos perante uma qualquer questão jurídica trivial, já seria assim.&lt;br /&gt;Estando, para mais, perante o chocante holocausto que é aplicar o "crime continuado" a crimes como a violação ou o abuso sexual, mais se torna premente esta necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem sabemos que o STJ nada pode fazer quanto a alguns erros da 1ª instância.&lt;br /&gt;Mas Direito é Direito, e da 1ª instância ao Supremo vai felizmente uma distância que o Povo estima. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, reitero aos Magistrados do Ministério Público o pedido de que nunca deixem cair a possibilidade de recorrer das qualificações ultrajantes de "crime continuado" quando aplicadas a crimes contra bens pessoais. E aos Magistrados Judiciais peço todo o empenho em descobrir, na Ciência Jurídica, que não há razões para fundamentar o "crime continuado" quando se trate de crimes contra bens pessoais. O motivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;O art. 30/3, &lt;em&gt;in fine&lt;/em&gt;,&lt;em&gt; &lt;/em&gt;é inconstitucional!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8105235206663731662-9114849049285646283?l=aberracaojuridica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/feeds/9114849049285646283/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8105235206663731662&amp;postID=9114849049285646283' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/9114849049285646283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/9114849049285646283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/2008/01/o-direito-penal-no-se-tornar-uma.html' title='O Direito Penal não se tornará uma coutada do criminoso!'/><author><name>Gabriel Órfão Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002001099127755869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/S_wep8jzzWI/AAAAAAAAASo/k44f4gXaiXc/S220/PICT0107.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8105235206663731662.post-4232194527294379123</id><published>2008-01-11T20:29:00.000-08:00</published><updated>2008-01-12T18:13:08.138-08:00</updated><title type='text'>A parte final do artigo 30/3 CP é inconstitucional!</title><content type='html'>&lt;p&gt;In Correio da Manhã, aqui:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=273291&amp;amp;idselect=10&amp;amp;idCanal=10&amp;amp;p=200"&gt;http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=273291&amp;amp;idselect=10&amp;amp;idCanal=10&amp;amp;p=200&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O procurador-geral da República (PGR) emitiu uma directiva onde recomenda aos magistrados do Ministério Público “particular cuidado” na avaliação dos pressupostos do crime continuado, figura jurídica que segundo o novo Código Penal pode &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;[Discordo: isso seria inconstitucional. V. infra.]&lt;/span&gt; ser aplicada no crime contra as pessoas, como abusos sexuais, e que permite que vários crimes sejam punidos como um único.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Há que reconhecer que a mera possibilidade de atenuação da punição em casos que poderiam ser punidos de acordo com as regras do concurso de crimes, justificará um particular cuidado na avaliação e valoração das circunstâncias”, alerta Pinto Monteiro.&lt;br /&gt;O procurador, que recorda a “controvérsia” gerada pela alteração do artigo 30.º do Código Penal, aconselha os magistrados a absterem-se de invocar a figura do crime continuado quando não estejam “inequivocamente apurados” os pressupostos da ‘continuação criminosa’.&lt;br /&gt;Recorde-se que a aplicação do crime continuado aos crimes eminentemente pessoais foi considerada, por alguns especialistas, como uma alteração à medida do processo Casa Pia. Esta é, aliás, uma das alterações que a Associação de Juízes pela Cidadania quer ver revogada, tendo para o efeito criado uma petição, que está disponível on-line. O desembargador Rui Rangel e o advogado José António Barreiros foram dois dos principais críticos da alteração penal, classificando-a como “ultrajante” e “escandalosa”. &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;[E inconstitucional ;)]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A paternidade da norma não foi assumida, mas o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, que coordenou a reforma penal, garante ter sido contra esta solução. O Ministério da Justiça já prometeu divulgar as actas da Unidade de Missão, o que não aconteceu até ao momento. Ana Luísa Nascimento&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Lembro que todo o discurso jurídico é valorativo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A aplicação da figura do crime continuado a bens pessoais causa repugnância, dada a dignidade desses bens.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A Constituição da República Portuguesa consagra expressamente o princípio da dignidade da pessoa humana:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Artigo 1.º&lt;br /&gt;(República Portuguesa)&lt;br /&gt;Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana (...)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A figura do crime continuado aplicado a bens pessoais é, por esta perspectiva - a única possível, dado o valor hierárquico supremo da nossa Constituição - inconstitucional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Todo o cidadão está obrigado a respeitar a Constituição - magistrados incluídos, dentro e fora do exercício das suas funções.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;(Editado a 13/01/2007: chamaram-me a atenção para a última frase, que poderia ser lida com um sentido que não previ. Não se trata de nenhuma crítica aos magistrados, muito menos os referidos na notícia! Isto é um apelo a que, dentro e fora das suas funções, os magistrados - naturalmente, os que defenderem essa opinião - digam alto e bom som que esta norma é IN-CONS-TI-TU-CIO-NAL! Os portugueses estão fartos de nódoas no pano jurídico português! E é preciso gritar isto bem alto aos ouvidos do legislador, a ver se ele se emenda.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8105235206663731662-4232194527294379123?l=aberracaojuridica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/feeds/4232194527294379123/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8105235206663731662&amp;postID=4232194527294379123' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/4232194527294379123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/4232194527294379123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/2008/01/parte-final-do-artigo-303-cp.html' title='A parte final do artigo 30/3 CP é inconstitucional!'/><author><name>Gabriel Órfão Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002001099127755869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/S_wep8jzzWI/AAAAAAAAASo/k44f4gXaiXc/S220/PICT0107.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8105235206663731662.post-191803910826165267</id><published>2008-01-05T16:53:00.000-08:00</published><updated>2009-04-11T07:26:03.195-07:00</updated><title type='text'>Investigar a Unidade de Missão para a Reforma Penal</title><content type='html'>Para ir investigando a autoria do "crime continuado"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o contéudo, à uma da manhã do dia 06 de Janeiro de 2007, do sítio electrónico do Governo com o endereço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais/justica-criminal/unidade-de-missao-para"&gt;http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais/justica-criminal/unidade-de-missao-para&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta página sobre a UMRP pertence ao Portal da Justiça (um "site" do Governo), e, no mapa deste "site", encontra-se localizada segundo este directório: &lt;a href="http://www.mj.gov.pt/"&gt;Portal da Justiça&lt;/a&gt; &gt; &lt;a href="http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais"&gt;Justiça e Tribunais&lt;/a&gt; &gt; &lt;a href="http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais/justica-criminal"&gt;Justiça Criminal&lt;/a&gt; &gt; &lt;a href="http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais/justica-criminal/unidade-de-missao-para"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Unidade de Missão para a Reforma Penal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os destaques a encarnado são meus. São para chamar a atenção. São para memória futura :)&lt;br /&gt;Passo a transcrever:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;«&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Unidade de Missão para a Reforma Penal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A Unidade de Missão para a Reforma Penal (UMRP) foi criada pela Resolução do Conselho de Ministros nº 138/2005, de 29 de Julho (publicada no D.R., I Série-B, de 17 de Agosto) e extinta por Resolução do Conselho de Ministros, no dia 12 de Abril de 2007.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Esta estrutura, na dependência directa do Ministro da Justiça, dedicou-se à concepção, apoio e desenvolvimento dos projectos de reforma da legislação penal, integrada no conjunto de reformas que o Governo, de acordo com o seu programa, pretendeu realizar no sistema de justiça penal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A UMRP elaborou os anteprojectos de proposta de Lei de revisão do Código Penal&lt;/span&gt; e do Código de Processo Penal, de proposta de Lei-Quadro de Política Criminal e de Lei sobre Política Criminal e de proposta de Lei sobre Criminalidade na Actividade Desportiva.&lt;br /&gt;A reforma foi coordenada pelo Mestre Rui Carlos Pereira e por um Conselho que integrou representantes permanentes dos seguintes serviços e organismos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Conselhos Superiores da Magistratura e do Ministério Público;&lt;br /&gt;- Ordem dos Advogados;&lt;br /&gt;- Gabinete do Ministro da Justiça;&lt;br /&gt;- Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Justiça&lt;br /&gt;- Gabinete de Política Legislativa e Planeamento do Ministério da Justiça;&lt;br /&gt;- Polícia Judiciária;&lt;br /&gt;- Centro de Estudos Judiciários;&lt;br /&gt;- Direcção-Geral dos Serviços Prisionais;&lt;br /&gt;- Instituto de Reinserção Social;&lt;br /&gt;- Instituto Nacional de Medicina Legal;&lt;br /&gt;- Gabinete para as Relações Internacionais, Europeias e de Cooperação do Ministério da Justiça;&lt;br /&gt;- Guarda Nacional Republicana;&lt;br /&gt;- Polícia de Segurança Pública;&lt;br /&gt;- Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além dos representantes permanentes foram convidados a participar ou a emitir parecer vários professores universitários de áreas científicas consideradas relevantes para a reforma penal. --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="1. Já hoje se prevê, no artigo 207.º, alínea b), do Código Penal, que o crime de furto é particular, dependendo de queixa e de constituição de assiste..." href="http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais/justica-criminal/unidade-de-missao-para/esclarecimento5423/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Esclarecimento - Código Penal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Proposta de Lei N.º 109/X, que aprova o Código do Processo Penal." href="http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais/justica-criminal/unidade-de-missao-para/proposta-de-lei-n-109-x/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Proposta de Lei N.º 109/X - Código do Processo Penal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="A Proposta de Lei n.º 98/10 pocede à vigésima primeira alteração ao Código Penal, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 400/82, de 23 de Setembro." href="http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais/justica-criminal/unidade-de-missao-para/proposta-de-lei/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Proposta de Lei n.º 98/X que aprova a alteração do Código Penal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="A Proposta de Lei n.º 108/X foi aprovada em Conselho de Ministros em 30 de Novembro de 2006." href="http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais/justica-criminal/unidade-de-missao-para/proposta-de-lei-n-108-x/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Proposta de Lei n.º 108/X sobre Criminalidade na Actividade Desportiva&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Este esboço constitui a base de discussão que a Unidade de Missão para a Reforma Penal está a seguir na elaboração de um projecto de lei sobre polític..." href="http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais/justica-criminal/unidade-de-missao-para/esboco-da-lei-de/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Esboço da Lei de Política Criminal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Lei n.º 17/2006, de 23 de Maio que aprova a Lei Quadro da Política Criminal." href="http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais/justica-criminal/unidade-de-missao-para/lei-quadro-da-politica5527/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Lei n.º 17/2006, de 23 de Maio - Lei Quadro da Política Criminal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="A Unidade de Missão para a Reforma Penal (UMRP) foi criada pela Resolução do Conselho de Ministros nº 138/2005, de 29 de Julho (publicada no D.R., I S..." href="http://www.mj.gov.pt/sections/justica-e-tribunais/justica-criminal/unidade-de-missao-para/index/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Unidade de Missão para a Reforma Penal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As últimas 7 linhas seriam "links".&lt;br /&gt;Deixo aqui, pelo interesse que terá futuramente, o conteúdo da &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Proposta de Lei n.º 98/X que aprova a alteração do Código Penal&lt;/span&gt;: (é, repito, o conteúdo que o "site" disponibiliza à uma hora do dia 06-01-2007)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rapidshare.com/files/81596614/ppl98-X.pdf.html"&gt;http://rapidshare.com/files/81596614/ppl98-X.pdf.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que a forma de proceder ao "download" seja intuitiva.&lt;br /&gt;Se tiver dificuldades, não hesite em escrever para &lt;a href="mailto:gabriel.orfao.goncalves@gmail.com"&gt;gabriel.orfao.goncalves@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se pode ver, a proposta de lei já continha a aberração jurídica que é a parte final do artigo 30/3:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O disposto no número anterior não abrange os crimes praticados contra bens eminentemente pessoais,&lt;/span&gt; salvo tratando-se da mesma vítima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Para memória futura.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8105235206663731662-191803910826165267?l=aberracaojuridica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/feeds/191803910826165267/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8105235206663731662&amp;postID=191803910826165267' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/191803910826165267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/191803910826165267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/2008/01/investigar-unidade-de-misso-para.html' title='Investigar a Unidade de Missão para a Reforma Penal'/><author><name>Gabriel Órfão Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002001099127755869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/S_wep8jzzWI/AAAAAAAAASo/k44f4gXaiXc/S220/PICT0107.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8105235206663731662.post-1238144071332804675</id><published>2007-12-05T16:21:00.000-08:00</published><updated>2007-12-05T16:26:34.812-08:00</updated><title type='text'>Outra petição para assinarem</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.petitiononline.com/criancas/petition.html"&gt;http://www.petitiononline.com/criancas/petition.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto da petição fala por si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "Aberração jurídica" não podia deixar de se associar a esta petição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço a todos quantos lerem esta petição que falem dela com os familiares, os amigos, os conhecidos, e mesmo com os desconhecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se vá embora desta vida sem que possa dizer: eu fiz alguma coisa contra o abuso sexual de crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se:&lt;br /&gt;"A sobrevivência é um privilégio que implica obrigações."&lt;br /&gt;Simon Wiesenthal&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8105235206663731662-1238144071332804675?l=aberracaojuridica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/feeds/1238144071332804675/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8105235206663731662&amp;postID=1238144071332804675' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/1238144071332804675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/1238144071332804675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/2007/12/outra-petio-para-assinarem.html' title='Outra petição para assinarem'/><author><name>Gabriel Órfão Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002001099127755869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/S_wep8jzzWI/AAAAAAAAASo/k44f4gXaiXc/S220/PICT0107.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8105235206663731662.post-8188276890973275376</id><published>2007-11-22T17:52:00.001-08:00</published><updated>2008-01-05T16:04:28.715-08:00</updated><title type='text'>Petição à Assembleia da República</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Recolha de assinaturas em petição encabeçada por Juízes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://juizespelacidadania.eu/peticao.htm"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Conhecem aquela frase do indivíduo que, acabada a II Guerra Mundial, passou o resto da vida a perseguir os autores de crimes contra a Humanidade? Diz essa frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Sobreviver é um privilégio que implica obrigações&lt;/span&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós sobrevivemos a coisas a que outros não sobreviveram. Pense nisto mais uma vez e constate que é a pura verdade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assine se tiver Esperança de mudar o Mundo para melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://juizespelacidadania.eu/peticao.htm"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;http://juizespelacidadania.eu/peticao.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8105235206663731662-8188276890973275376?l=aberracaojuridica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/feeds/8188276890973275376/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8105235206663731662&amp;postID=8188276890973275376' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/8188276890973275376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/8188276890973275376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/2007/11/petio-assembleia-da-repblica.html' title='Petição à Assembleia da República'/><author><name>Gabriel Órfão Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002001099127755869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/S_wep8jzzWI/AAAAAAAAASo/k44f4gXaiXc/S220/PICT0107.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8105235206663731662.post-4794395935104683133</id><published>2007-09-21T09:47:00.000-07:00</published><updated>2008-01-08T14:02:51.570-08:00</updated><title type='text'>Grave atentado aos bens jurídicos pessoais</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Além das tão faladas alterações ao Código de Processo Penal, também o Código Penal foi alterado. Com menos pompa, menos circunstância, e talvez com propositado segredo, quem sabe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Este blogue dedicar-se-á a fazer pressão para a revogação da seguinte norma, aditada ao já de si infelicíssimo art. 30 do Código Penal:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;«...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;3 - O disposto no número anterior não abrange os crimes praticados contra bens eminentemente pessoais, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;salvo tratando-se da mesma vítima.&lt;/span&gt;»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leiam com atenção porque só vou dizer isto uma vez:&lt;br /&gt;Farei tudo o que estiver ao meu alcance para que esta aberração jurídica seja revogada no mais curto espaço de tempo. (&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Editado a 08 Janeiro 2007.&lt;/span&gt; Obrigado a quem me chamou a atenção para uma eventual deficiência de expressão da minha parte. Passo a esclarecer melhor a minha intenção sobre o art. 30/3: neste blogue trataremos de defender a revogação da parte final do art. 30/3, apenas, e não do art. 30/3 todo. Salvo, naturalmente, se a revogação de todo esse nº 3 for consequência da revogação de todo o art. 30, caso em que o "crime continuado" desapareceria, e com ele, a necessidade de excepcionar da sua aplicação os crimes contra bens pessoais.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta parte final da norma, se não fosse inconstitucional (o que não quer dizer que não a queiramos ver revogada: já estamos fartos de nódoas e mais nódoas no pano jurídico), permitiria que os crimes pessoais praticados contra a mesma vítima fossem tratados não como uma pluralidade de crimes, cada um punido com uma pena de prisão concreta, e depois sujeitos às regras do "cúmulo jurídico", mas sim como&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um crime único, independentemente do número de acções criminosas concretamente cometidas contra determinada vítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o Direito Penal era até hoje considerado como um dos instrumentos por excelência da manutenção da paz social, é visível que quem se lembrou desta aberração não partilha da mesma ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém viola - o mais repugnante dos crimes sexuais, e sentido por toda a civilização humana como um dos piores crimes que se podem praticar, ao lado do homicídio e da tortura - a mesma pessoa várias vezes, não é que pode vir a ter a sorte de todas essas violações - sejam elas duas, dez, ou cinquenta - virem a ser tratadas como uma única violação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exigimos saber das pessoas que estão na origem desta aberração jurídica quais são as suas ideias, os seus objectivos, por que razão decidiram ampliar o âmbito de uma norma de que os operadores judiciais nunca se queixaram, e por que razão isto foi feito sem a extensa e abrangente discussão pública a que o Povo Português tinha direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos de conhecer essas pessoas, ouvir as suas ideias e os seus argumentos. Eu farei com que eles ouçam as minhas. Sejam essas pessoas quem forem (deputados, ministros, juristas, políticos em geral), espera-se deles/as apenas uma coisa: que entendam os sentimentos do povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal não se dobra a pseudo-genialidades de Direito Penal criadas "overnight" (de que este novo nº 3 conseguiu até hoje ser o pior exemplo...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta vai ser dura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim triunfará a melhor opinião. Sempre assim foi.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Avancemos com coragem e determinação para uma batalha que TEM DE SER GANHA!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8105235206663731662-4794395935104683133?l=aberracaojuridica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/feeds/4794395935104683133/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8105235206663731662&amp;postID=4794395935104683133' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/4794395935104683133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8105235206663731662/posts/default/4794395935104683133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aberracaojuridica.blogspot.com/2007/09/grave-atentado-aos-bens-jurdicos.html' title='Grave atentado aos bens jurídicos pessoais'/><author><name>Gabriel Órfão Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002001099127755869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JkJYgHblxsw/S_wep8jzzWI/AAAAAAAAASo/k44f4gXaiXc/S220/PICT0107.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
